Em: Poesia
5 mar 2010quando o amor se vai
a gente se apequena
tanto
tanto
tanto
como um deus que falhou
como um deus que errou
como Deus
………………………………….
já te disse hoje
que te odeio?
©Bosco Sobreira
Cearense de Canindé, vivendo em Fortaleza. De profissão, médico. Por escolha, viajor-aprendiz das sendas luminosas e dos grotões soturnos da mente humana. Em seu currículo como escrevinhador consta um livro de poemas nunca publicado, receitas médicas e atestados de sanidade mental, os últimos um verdadeiro milagre nestes tempos de aridez e solidão.
7 Comentários para (Re)verso
nina rizzi
5 março, 2010 às 8:30 pm
puxa, que coisa linda, menino.
como deus, como deus que, aonde estava mesmo?
e o desfecho, um fio tênue de navalha.
beijo.
Moacy
5 março, 2010 às 10:03 pm
ótimo, rapaz,
ótimo.
o entusiasmo da nina
é plenamene justificado.
um abraço.
Claudinha
7 março, 2010 às 3:00 pm
Olá Bosco!
Gostei do movimento e da perfeita imagem em verso do amor que se foi.
Beijo.
Jota Effe Esse
18 março, 2010 às 8:16 am
Entre tapas e beijos a gente se ama, a gente se odeia; e a vida passa levando Deus a tiracolo. Meu abraço.
iara
18 março, 2010 às 8:45 pm
teu poema me mordeu, rapaz!
beijo agridoce.
tb
1 abril, 2010 às 1:36 pm
se não disse, não diga. Pois que o (re)verso das coisas apenas da negativa.
Já disse que gosto muito de vir aqui e dos seus escritos? Não disse, então digo.
Meu beijo
líria porto
3 abril, 2010 às 7:16 pm
entre o amor e o ódio, a película quase invisível – quem ama odeia, quem odeia ama – ou não??
besos