Em: Poesia
20 ago 2009No mais das vezes
resisto
como um mandacaru
sem raiz
No mais das vezes
sorrio
quase feliz
ou
feliz por um triz
©Bosco Sobreira
Cearense de Canindé, vivendo em Fortaleza. De profissão, médico. Por escolha, viajor-aprendiz das sendas luminosas e dos grotões soturnos da mente humana. Em seu currículo como escrevinhador consta um livro de poemas nunca publicado, receitas médicas e atestados de sanidade mental, os últimos um verdadeiro milagre nestes tempos de aridez e solidão.
8 Comentários para De mim
Moacy
21 agosto, 2009 às 12:32 am
Maravilha, meu caro.
Decerto vai pro Balaio.
Em breve. Em breve.
Abraços.
Jota Effe Esse
21 agosto, 2009 às 4:03 am
Meu caro amigo Bosco, devias está feliz pela eternidade. Com essa capacidade de resumo eu estaria. Meu abração.
Nivaldete Ferreira
21 agosto, 2009 às 8:53 am
Muito bem conseguido… Um brinde pra nós, nesta sexta-feira indecisa.Abraços.
Moacy
21 agosto, 2009 às 11:29 am
No Balaio.
De hoje.
Abraços.
Claudinha
21 agosto, 2009 às 3:03 pm
Olá Bosco! Quem resiste e sorri só pode ser feliz, mesmo que por um triz! Adorei!
Um beijo!
Cláudia Magalhães
21 agosto, 2009 às 6:22 pm
Lindo, Bosco! Encantador…
Deixei um comentário no Balaio também!
Parabéns!
Grande abraço.
Cláudia.
Euza
2 setembro, 2009 às 2:30 pm
Poeta! Que bom te reencontrar feliz por um triz!
A vida é assim… vivemos por um triz, quase sempre, né? Importante é fazer da vida uma loucura lúcida ou uma louca lucidez ! rs…
Um grande beijo!
líria porto
20 fevereiro, 2010 às 10:52 am
te li no balaio, vim dizer que ótimo!
besos